O que a avaliação investiga
Quanto a tela ocupa da rotina, o que ela está substituindo (sono, brincadeira livre, convivência), como a criança reage aos limites — e se o uso excessivo é a causa do problema ou o sintoma de algo que veio antes.
A tela não é vilã em si — é dose, contexto e função. O problema começa quando ela deixa de ser uma distração e passa a regular o humor da criança: sem tela, irritação; com tela, isolamento. Sono, alimentação, brincar e convivência vão ficando em segundo plano.
Quanto a tela ocupa da rotina, o que ela está substituindo (sono, brincadeira livre, convivência), como a criança reage aos limites — e se o uso excessivo é a causa do problema ou o sintoma de algo que veio antes.
Na maioria das famílias, o plano não começa proibindo a tela. Começa reorganizando a rotina — com critérios práticos, adaptados à idade e possíveis de sustentar.
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