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Dra. Larissa Guimarães
Situações que atendemos

Quando a tela vira o centro: humor, sono e comportamento em jogo.

A tela não é vilã em si — é dose, contexto e função. O problema começa quando ela deixa de ser uma distração e passa a regular o humor da criança: sem tela, irritação; com tela, isolamento. Sono, alimentação, brincar e convivência vão ficando em segundo plano.

O que a avaliação investiga

Quanto a tela ocupa da rotina, o que ela está substituindo (sono, brincadeira livre, convivência), como a criança reage aos limites — e se o uso excessivo é a causa do problema ou o sintoma de algo que veio antes.

Um alerta honesto

Na maioria das famílias, o plano não começa proibindo a tela. Começa reorganizando a rotina — com critérios práticos, adaptados à idade e possíveis de sustentar.

O primeiro passo

A dúvida da sua família merece uma resposta séria.

Fale com a equipe para entender como funciona a avaliação e conhecer as opções de agenda.